Capitão de industria. O coração que bate aqui não é de plástico

Publicado: março 20, 2014 em Uncategorized
Administrando a fábrica

Diretor da ABIEF

Na minha ativa fase de diretor da fábrica Sol Embalagens em Caieiras no dia 23 de junho de 2003 assumi uma nova função pública desta vez como dirigente de entidade empresarial, em cerimônia na Amcham (Câmara Americana), tomei posse como diretor adjunto da nova Diretoria da ABIEF – Associação Brasileira das Industrias de Embalagens Flexíveis – sendo presidente Sérgio Haberfeld das industrias Dixie Toga.

Também daquele período lembro-me que um dos galpões de produção da fábrica serviu como cenário onde foram gravadas imagens para o primeiro programa de televisão do PT depois da posse de Lula. Esse programa foi dedicado ao crescimento industrial do país.

Posse da diretoria da ABIEF

Dois anos depois em evento celebrado o dia14 de junho de 2005, desta vez no Hotel Blue Tree Towers Faria Lima, em São Paulo com presença de mais de 160 empresários do setor industrial de plásticos flexíveis, usuários de embalagens e fornecedores de matérias-primas, assim como de máquinas e insumos renovei meu compromisso com a ABIEF integrando sua diretoria para um novo biênio desta vez presidida por Rogério Mani, meu companheiro de trabalho como diretor comercial da Sol.

Para esse novo biênio continuei como diretor adjunto ampliando a função para coordenador setorial da comissão de fabricantes de sacolas plásticas, e nessa épica se iniciaram as primeiras negociações para fixar as normas técnicas da ABNT para o setor de embalagens plásticas e para sso reuniram-se representantes das grandes industrias que mesmo sendo todos duros concorrentes industriais entre si estabelecemos um bom ambiente de trabalho e cooperação, as sacolinhas ainda não eram as injustas vilãs atuais.

E acompanhado por boa parte desse pessoal participamos de feiras nacionais e internacionais. Rogério Mani, diretor atual da indústria EPEMA, conviveu comigo quando foi presidente da ABIEF e também durante muitos anos como companheiro de trabalho e de gestão na Sol Embalagens, por essa razão temos um longo período de convivência e por iniciativa própria Rogério recolheu alguns depoimentos de pessoas do setor plástico, no qual ele mesmo começa dando sua opinião:

“Acho que Andrés na essência aparenta ser brusco, mas não sei de ninguém que tenha brigado com ele pois tem um coração infinito ou seja durão em aparência mas na verdade muito carinhoso, além disso ele é sempre igual em todo lugar seja na TV ou na rua. Também admiro que ele se guie pelo seu conceito de justiça, sempre capaz de retificar se vê que algo esta fazendo errado se desculpa e corrige sem o menor trauma e vai em frente.

Acho que ele só pode ficar doente por duas coisas o cigarro ou pelo Corinthians que é um pouco sua razão de vida, aliás, ele sempre citava como suas paixões na vida além do clube os filhos e a Sol.

Mesmo sendo uma pessoa boa de conversa e trato durante sua permanência na ABIEF e não misturava as coisas e mesmo sempre fazendo proselitismo de seu corinthianismo jamais comentou coisas das interioridades do clube, só falava do que já era público pelos meios de comunicação, do jamais foi indiscreto, mesmo quando as pessoas lhe perguntassem, acho isso uma importante qualidade que ele tem.

Hoje é uma figura pública e das vezes que o encontrei vi o mesmo Andrés de sempre atuando o mesmo de sempre, a única vez que lhe pedi algo relacionado com o Timão foi uma camiseta para Bia, corinthiana roxa e secretária da revista Plástico em revista”; e ele enviou de imediato a camiseta autografada. Todas as pessoas da ABIEF mantém intacto o carinho que sentem por ele.

Seu comportamento com as pessoas, inclusive independentemente de nível social ou cultural, sempre foi o mesmo. Seu temperamento explosivo e sincero é sua marca registrada, fala o que tem que falar para qualquer pessoa e por isto é querido por todos.

Sempre fiel a seus pares, não abandona o barco em hipótese nenhuma, vai até o fim. Sua maior virtude é ter pleno conhecimento de sua capacidade e se permitir estar cercado de pessoas competentes que possam lhe ajudar.

Não nega suas origens e se orgulha disto, é um líder nato. Sempre soube o que quer e lutou muito para que seus sonhos se concretizassem. Sem dúvida é uma pessoa iluminada e acima de tudo de grande coração”.

Rogério, Beni Adler da Nobelplast, Leonidas Alperowitch da Replac, Andrés e Daniel Adler da Nobelplast

E outras pessoas com as quais se relacionou em sua etapa de dirigente empresarial fizeram questão me enviar suas opiniões em torno da convivência com Andrés durante esses anos e aqui transmito os depoimentos:
Alexandrino Alencar, diretor de relações institucionais da ODEBRECHT:

“Ao longo da vida conhecemos pessoas diferenciadas. Geralmente estas são por uma particularidade dos relacionamentos, sejam familiares, profissionais, amigos comuns ou platônico de algum líder.

O Andrés consegue juntar todas essas admirações na sua pessoa, com muita simplicidade e autenticidade.

O seu jeito informal e afetivo traz no fundo uma sofisticação ímpar e o que mais me impressiona é que reconhece seus limites, um dom de humildade, aliás, se orgulha de suas origens. É um líder vencedor.”

Alexandrino Alencar em pé pouco antes da assinatura do pre contrato do estádio

Luiz de Mendonça, presidente da BRASKEM AMÉRICA:

“Conheço o Andrés desde 2002 devido ao negócio de plásticos. Tenho três estórias para contar que sempre me lembro com carinho: Corinthians e São Paulo, final do Campeonato Paulista no Morumbi. Andrés convidou meus filhos André e Bruno, com 9 e 7 anos para entrar no gramado junto com o time. Meus filhos se juntaram aos filhos de Andrés, sumiram por uma porta (confesso que fiquei preocupado em perdê-los) e reapareceram no gramado antes da entrada dos times. A molecada correu para debaixo da Gaviões e começou a “reger” a torcida, que vendo aquela molecada vestida de Corinthians e feliz, quase botou o estádio abaixo.

Eu costumava ir com o Andrés ao Pacaembu quando ele era apenas Conselheiro e depois Diretor de Esportes Terrestres. Ficávamos conversando sobre o time e seus bastidores e ele repetidas vezes me dizia que seria Presidente do Corinthians. Para não perder o amigo, eu não dizia nada, mas naqueles tempos da ditadura do Dualibi pensar que alguém desconhecido como o Andrés poderia chegar à presidência do time era uma coisa impensável

No dia da queda do Corinthians para a 2ª Divisão, o Andrés já era o presidente, porém ele tinha assumido há menos de 2 meses. Me lembro de ter mandado um e-mail de encorajamento para ele que dizia algo mais ou menos assim: “Andrés, o Corinthians está no fundo do poço mas não coloco a culpa em você. Mas a partir de agora, tudo o que for feito de certo ou de errado neste clube tão querido é de sua responsabilidade.

Vamos nessa !”.

Com Luiz de Mendonça no GP Brasil em Interlagos

Marcelo Mancini Stella, Comercial, Logística e Suprimentos ETH BIOENERGIA:

“Conheci o Andrés em 2.002 quando eu era diretor da Braskem e ele era sócio da da Sol Embalagens. Sempre tivemos uma relação de respeito e afinidade e me lembro que desde o início tínhamos calorosos debates “Palmeiras versus Corinthians”.

Admiro o Andrés pelo excelente desempenho que teve como Presidente do Corinthians, conquistado por toda sua habilidade e capacidade de realização, mas, sobretudo porque nunca deixou de ser um torcedor apaixonado durante seus dois mandatos.

Um exemplo a ser seguido. Andrés, parabéns! Fico feliz como amigo, mas nem tanto como palmeirense”.

Ricardo Vivolo, presidente do conselho da indústria EMBRASA:

“Conheço o Andrés ha algum tempo e nosso contato maior sempre foi profissional. Tivemos vários momentos importantes e de longas conversas a respeito do setor plástico, dificuldades, posicionamento perante os fornecedores e mercado.

Como marca registrada posso comentar da sua sempre autenticidade e determinação, fala o que tem que ser dito em qualquer local e para quem quer que seja, indistintamente. Também vale lembrar sua fidelidade como amigo e nos negócios. Conheci poucas pessoas tão leais como ele.

Todo sucesso alcançado é fruto de muito trabalho e dedicação. Sua marca é a sinceridade e humildade.”

Beatriz Helman, diretora da  “Plástico en  Revista” 

“Minha última lembrança do Andrés “ao vivo” é de quando ele ainda atuava no setor plástico. Foi em 2003, quando a Sol Embalagens, ganhou o PPR – Prêmio Plásticos em Revista na categoria sacos e sacolas, e ele compareceu ao evento para receber a premiação. Um predestinado: desde 2003, já era campeão! No setor plástico e na vida”.

Nesse mesmo sentido como pessoa pública recebi alguns reconhecimentos que tenho em elevada consideração entre os quais destaco:

Títulos de cidadão

Uma vez eleito para presidente do Corinthians recebi várias menções institucionais e títulos de cidadão, porém um deles foi concedido bem antes no dia 14 de dezembro de 2006 proposto pelo presidente da Câmara de Caieiras o vereador Paulo Roberto Ózio – Paulão do Sitio – do PSDB, recebi o título de cidadão caierense que foi entregue pessoalmente pelo mesmo no dia 15 de janeiro de 2009 nas dependências do Corinthians.

Com o vereador caieirense Paulão do Sítio

Quase como menção especial destacar também uma visita institucional marcante no dia 19 de fevereiro de 2008 quando recebi na presidência um corintiano roxo de terra santa, o prefeito José Luiz Rodriguez prefeito de Aparecida do Norte que ao saber que sou um devoto da santa me presenteou com a imagem de Nossa Senhora Aparecida e eu retribui com o kit do clube “nunca vou te abandonar”.

Minha simpatia pela santa data de quando eu ainda menino meus pais por várias vezes nos levavam de visita ao Santuário de Nossa Senhora de Aparecida e até os dias de hoje essa imagem recebida continua visível e exposta em casa dando força e energia.

A imagem em casa dando força e energia

Outro valioso reconhecimento pelo meu vínculo pessoal foi o título de cidadão de Osasco no dia 24 de agosto de 2010 entregue na Associação Comercial da cidade sendo proposta pelo vereador Rubinho Bastos do PT; tenho carinho especial por esse título já que fui morador por 10 anos na Vila dos Remédios e sempre eleitor do município.

Com o vereador Rubinho Bastos

E no dia 27 de agosto de 2010 recebi o título de cidadão paulista por iniciativa da vereadora Noemi Nonato do PSB, algumas noites após no inesquecível dia 31 de agosto no Vale do Anhangabaú em plena terça feira com estimativa de 50 mil assistentes, número esse que depois se confirmou em uma massa de 200 mil pessoas que comandadas por Neto dirigiram com perfeição a contagem da virada para o centenário.

Foi nesse evento que Ronaldo recebeu o título de cidadão paulistano e agradeceu proferindo a frase que ficou guardada para sempre na memória do bando de loucos: Não poderia passar por esta vida sem vestir esta camisa. Hoje, sou o homem mais feliz do mundo”, disse o “Fenômeno”, presente na centenária festa do Corinthians”.

Com vereadores na Câmara de SP

Já em 2011 no dia 29 março fui homenageado com uma menção de congratulação da Câmara de Barueri proposta essa do vereador Prof. Agnério do PT e algum tempo depois em 17 de junho recebi o Premio Expressão Regional na cidade de Limeira no salão social do Nosso Clube, o mesmo premio foi outorgado ao jogador Elano e no evento contamos com a presença de Marco Polo Del Nero presidente da FPF.

E pouco antes de finalizar o ano no dia 19 de dezembro de 2011 recebi o título de cidadão de Ferraz de Vasconcelos, município que faz divisa com o extremo da zona leste paulistana, outorgado pela Câmara a proposta do vereador Willians Santos do PSB, conhecido por Willians do Gás.

Com o vereador Willian do Gás e filho

O coração que bate aqui não é de plástico

Esse feliz e criativo logo feito a duo com desenho de José Reis e frase de Márcio Baccan, define bem o que foi o trabalho social desenvolvido durante um longo período no âmbito industrial da empresa Sol Embalagens; no livro comento alguns dos variados projetos desenvolvidos e os compromissos na aplicação da responsabilidade social empresarial participando de entidades como a Fundação Abrinq, Instituto Ethos e o Instituto GIFE.

No desenvolvimento desses projetos contamos com apoios entusiastas de muitos funcionários entre os quais relato três casos concretos de superação:

Capa do livro de André Gabriel

André Gabriel foi o primeiro presidente do Gressol (Grêmio cultural e recreativo dos funcionários da Sol) e participou da gestão das bolsas de estudo, lembro do muito que insisti para que ele mesmo continuasse sua formação, realizou cursos de eletrônica e engenharia da produção, se formou professor e atualmente dá aulas na unidade do CEU do Jardim Paulistano na capital paulista, além disso, é destacado poeta havendo participado em oito livros de coletâneas com outros poetas e recentemente lançou um livro solo chamado “No mínimo isso”.

Também contávamos com os disputados campeonatos internos de futebol que culminavam com a seleção da empresa participando dos campeonatos do SESI. Guimário Bispo Lacerda foi o capitão e coordenador do campeonato, trabalhou 10 anos na empresa e na fase final era líder do setor de Extrusão, atualmente é proprietário de uma pequena fábrica de plástico em Caieiras chamada Plaslac dedicada às embalagens hospitalares; foi outra pessoa que incentivei a continuar seus estudos e se formou técnico em plástico.

Junto com Dete e os noivos Claúdio e Eulália

De minha passagem por Campinas tenho na memória nosso funcionário Cláudio de Oliveira que por cinco anos me acompanhou na loja, atualmente ele e sua esposa Eulália estão completando 23 anos juntos, ainda me lembro do dia em que se casaram, eu e Dete fomos os padrinhos. Cláudio e esposa com esforço e juntando real a real hoje são proprietários de uma das lanchonetes do Ceasa de Campinas.

Cartaz com a Pastoral da Criança

Outra boa lembrança foi a constituição do Instituto Sol, ONG vinculada a empresa, o Instituto teve ampla inserção no mundo da responsabilidade social corporativa, e eu ocupei a função de secretario, foram dezenas de programas de apoio social de todo tipo prioritariamente na área de educação, no livro comento o projeto de doação de 200 cisternas com a Caritas, também queria destacar o seguinte projeto:

Dona Zilda Arns reunida com diretores das industrias plásticas

No ano 2001 na feira Brasilplast no Anhembi em São Paulo, houve um encontro de várias empresas do setor de plásticos com a inesquecível Dona Zilda Arns presidenta da Pastoral da Criança e que solicitou apoio aos projetos sociais, um tempo depois na sede da entidade em Curitiba, representando a empresa, assinei junto com Dona Zilda, o convênio de parceria entre a Sol e a Pastoral pelo qual fabricamos e doamos milhões de colherzinhas de soro caseiro distribuidas pelas equipes de orientação da Pastoral e que por palavras de Dona Zilda foram também enviadas ao Haiti, Bolívia, Angola, Benim etc.

Assinando a parceria com Dona Zilda Arns

Em 2004 o convênio devia ser renovado, as conherzinhas eram fabricadas na empresa Sol Dasla, no município de Feira de Santana no estado da Bahia, acompanhada do Arcebispo Dom Itamar Vian a fundadora da Pastoral foi até lá e renovamos a parceria. Por essas fatídicas casualidades impossíveis de explicar um dos assinantes desse renovado acordo foi Francisco Adolfo Vianna Martins que ocupava a função de diretor geral da fábrica, precisamente seu filho Major Francisco Adolfo Vianna Martins Filho servia no Estado Maior do Exército desempenhando as funções de Observador Militar na Missão da ONU no Haiti –MINUSTAH – vindo a falecer nas instalações da missão em Porto Príncipe vítima do mesmo terremoto que vitimou Dona Zilda. Sirva a presente menção como homenagem de reconhecimento a ambos.

Sacolas com mensagens de apoio á educação familiar

Sacolas com mensagens de apoio á educação familiar

Com a Unicef em 2004 se estabeleceu um convênio pelo qual colaboramos com um trabalho educativo entre as famílias utilizando as sacolas plásticas como elemento de difusão de campanhas de proteção do núcleo familiar com o projeto Família Brasileira Fortalecida; a Sol oferecia a seus clientes, as principais redes de supermercados que em um dos versos das sacola fosse impressas as mensagens educativas, a impressão era feita gratuitamente pela empresa.

Doação da ambulancia a Paróquia Santa Luzia de Limeira

Criamos outro projeto denominado Padaria Solidária, a primeira unidade foi instalada na paróquia de Vila Rosina em Caieiras, outra em parceria com a Associação de Moradores do bairro Novo Horizonte vizinho a fábrica da Sol em Camaçari. E posteriormente atendendo as raízes familiares chegamos até Limeira doando ambulância, equipamentos para a prática de capoeira e padaria comunitária a Paróquia Santa Luzia de Vista Alegre, dirigida pelo saudoso Pe. Mauricio Sebastião Ferreira dedicado a causa social com afrodescendentes, inclusive em 2005, aproveitando um jogo entre o Corinthians e o Internacional de Limeira, mediei a doação de uma camiseta do clube assinada por Tevez leiloada para os projetos sociais.

Professor Fernando Martins e alnos do projeto futesol

Projeto futesol

Em parceria com a Associação Cultural Abolição Capoeira, além de cursos profissionalizantes e de capoeira em Arembepe, se desenvolveu o Projeto FuteSOL para meninos carentes de Arembepe e Água de Meninos em Salvador, foram mais de 500 meninos e meninas que passaram pelas aulas do professor Fernando Martins nas quadras de Arembepe e em Salvador neste caso na quadra cedida na sede da Policia Federal no bairro Água de Meninos.

Tadeo S. Oller como presidente do Instituto Sol recebe

o Prêmio Eco da Ministra Marina Silva

Se pode até pensar que se exagera, mas tudo é facilmente comprovável, muitos dos projetos obtiveram diversos prêmios como o da construção e doação de cisternas que obteve o Prêmio ECO da AMCHAM – Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos -, Prêmio do Desempenho Ambiental da FIEB na Bahia, Prêmio Top Social da Associação Comercial da Bahia e o ECO da CNI – Confederação Nacional da Indústria – entregue em Brasília por Marina Silva, então Ministra do Meio Ambiente.

Em fevereiro de 2008 ao me desligar da Sol também deixei minha função no Instituto Sol, atualmente a unidade industrial de Caieiras foi fechada e com isso o próprio Instituto Sol deixou de funcionar porém seguem muito vivas as lembranças daquela etapa e provavelmente os melhores anos da minha e da vida de muita gente.

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